Programa

1. A contaminação recíproca e antológica entre cinema e artes plásticas através do tempos. Breve histórico, com ênfase no período das vanguardas históricas dos anos 20.

2. A grande transformação com o surgimento do vídeo e das câmeras leves. O vídeo como um “entre-imagens”. Os filmes experimentais, as videoartes e performances dos anos 60 e 70: Nam June Paik, Stan Brakhage, Sergei Parajanov, Andy Warhol, Michael Snow, Chantal Akerman, Anna Bella Geiger, Arthur Omar, Letícia Parente, entre outros.

3. As novas possibilidades que se abriram com a chegada do digital. Instalação audiovisual, mapping, cinema ao vivo, performances com imagem em movimento e toda sorte de situações de cinema que surgem hoje a partir de nomes da contemporaneidade, como Bill Viola, Bob Wilson, Marina Abramovic, Alejandro Jodorowsky, Tunga, JR (Jean René), Agnès Varda, Harun Farocki, Luiz duVa, Herman Kolgen, Gary Hill, entre outros.

4. O mapping, a realidade virtual, os GIFs, a ampliação dos recursos da animação e os inúmeros formatos da imagem em movimento contemporânea que estão desfazendo cada vez mais as fronteiras entre as duas formas.

5. A atual “situação cinema” e a reinvenção de códigos fílmicos e das artes plásticas a partir do aprimoramento técnico e das inúmeras facilidades da linguagem digital em expansão.