Irley F. Franco

É Bacharel (1983), Mestre (1986) e Doutora em Filosofia (1993) pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, onde leciona desde 2002. Tem graduação incompleta em Psicologia (1971-1973) também pela PUC-Rio. Foi ouvinte na École Pratique des Hautes Études, durante os anos letivos de 1974 e 1975, onde teve a oportunidade de assistir conferências de Pierre Hadot, Jean Jolivet e Jean-Pierre Vernant, dentre outros. Possui pós-doutorado (2016), pelo Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP), com o tema «As teses de Aristóteles sobre as poesias épica e trágica na Poética». É membro fundador do Núcleo de Estudos de Filosofia Antiga da PUC-Rio (NUFA), criado em 1994, com o objetivo de promover uma formação acadêmica rigorosa de pós-graduandos e estudiosos na área de Filosofia Antiga. Foi diretora do Departamento de Filosofia da PUC-Rio durante o período de abril de 2008 a novembro de 2011; foi editora da revista O que nos faz pensar (ISSN 0104-6675) de 1994 a 2016; criou e coordena os cursos de Especialização em “Arte e Filosofia” e “Filosofia Antiga”. Suas principais áreas de atuação são em torno de temas da Filosofia Antiga e de suas conexões com a contemporaneidade. Suas principais linhas de pesquisa são em Estética, Literatura Antiga, História da Filosofia Antiga e Ontologia. Seus temas atuais de pesquisa são (1) Tragédia e Filosofia e (2) Platão e o Platonismo (isto é, o modo como a História da Filosofia compreendeu e transmitiu ao longo dos séculos a obra escrita de Platão). Dentre suas principais publicações acadêmicas estão o livro O Sopro do Amor. Um Comentário ao Discurso de Fedro no Banquete de Platão (2006); os artigos «Existe uma teoria das ideias stricto sensu nos diálogos de Platão?» (em Sképsis, v. 7, p. 30-39, 2014), «Os argumentos formais dos platonistas em favor da existência das ideias no PERI IDEON e na Metafísica A9 de Aristóteles» (com Renato Matoso Brandão, em Anais de Filosofia Clássica, v. 8, p. 24-47, 2014), «Platão antitrágico: a crítica à poesia nos livros II e III de a República», em O que nos faz pensar, v. 27 n. 42 (2018), «L'échec de l'amour philosophique. Une autre manière de lire Le Banquet de Platon.» (The Failure of Philosophical Love. A Reading on Plato’s Symposium), em The Archai journal n. 24 (September 2018); e diversas traduções de importância para o estudo da filosofia antiga.

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